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Duskfade. DUST: Origins. Dust Front RTS. Duskbloods. Dungeons of Dusk. These are all games that will be released in a 12-month period. I know the differences between them, but I’m convinced that no normal person would be able to remember all of these titles.
Dungeons of Dusk gets a pass, because it’s a spin-off of a rad FPS that led the boomer shooter revival movement. That’s easy enough to remember. Duskbloods is the new FromSoftware game, so there’s no chance anyone will forget that.
But, I will pick on DUST: Origins and Duskfade. Want to know the origins of dust? That stuff gathering on your monitor and shelves? Dead skin (and other debris). That title stirs nothing within me, even though the game has some solid development pedigree behind it.
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Duskfade is a perfectly pleasant 3D platformer with Kingdom Hearts-style combat that came out a couple of months ago. Once I’ve finished typing this paragraph, however, it will once again erase itself from my memory, because there’s nothing evocative about the name.
So many video game names are either daft, interchangeable, or confusing. I got thinking about this because of a great thread by Hannah Flynn, communications director at Failbetter and a games marketing consultant. She’s previously worked for brands like Penguin Books and Tate in the UK.
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Put aside what you think a game name should sound like, the advice reads. There are thousands upon thousands of games on Steam now. Not all of them are named well, and there are weird trends which actually make your name less effective. Start with your game!
That is surely the number one problem with most game names: people look at other games’ names and try to pick something that sounds a bit like them. The result is often a flavourless mush that struggles to stay in the memory. To an outsider not already well-versed in the games marketplace, these often sound ridiculous.
The dust/dusk-relevant nugget I particularly like in Flynn’s thread said to watch out for filler words like:
– fall of (11,527 results on Steam)
Quem navega pela Steam já deve ter notado: uma quantidade enorme de jogos carrega títulos que soam familiares demais. Não é impressão. Uma busca rápida na plataforma mostra milhares de resultados para expressões repetidas. Shadow of aparece em 8.243 jogos, enquanto echoes of soma 2.750. O resultado é um mar de nomes genéricos que somem da memória do jogador antes mesmo de ele clicar na página do produto.
A discussão ganhou força depois que a escritora e desenvolvedora da Failbetter Games, Emily Flynn, publicou uma thread sobre o assunto. Na visão dela, nomes com dois-pontos deveriam ficar restritos a séries, edições e DLCs. Não dê às pessoas dois nomes para lembrar, escreveu. Flynn acredita que muitos estúdios indie têm medo de escolher um nome e manter, então acabam recorrendo ao formato Jogo: Subtítulo, diluindo o impacto. Para ela, cada lado dos dois-pontos até poderia funcionar sozinho, mas a insegurança faz o time entregar algo mais fraco.

Ainda assim, Flynn admite que a regra não é absoluta. Dois-pontos podem fazer sentido em sequências com protagonista recorrente, DLCs e edições definitivas. Ela também elogia casos em que o subtítulo ajuda a explicar o jogo na Steam, como Iron Nest: Heavy Turret Simulator, em que a arte principal mantém apenas o nome forte.
O jornalista Christian Donlan, que assina o texto original, lembra que nomes genéricos se espalharam especialmente na era Xbox 360, quando todo mundo queria sua versão de Call of Duty ou Gears of War. Ele cita exemplos de títulos ruins que, na verdade, são engraçados, como Violence Fight e Faster than Speed, mas considera os nomes sem graça muito mais irritantes e comuns.

Para o especialista em trailers Derek Lieu, o nome pode ser a diferença entre alguém lembrar do seu jogo ou ele desaparecer. Ele elogia títulos como SUPERHOT, Unpacking, A Little to the Left, Tiny Glade e Tokyo Jungle. Já o jornalista Simon Carless acredita que o nome importa menos do que parece, já que a maioria das pessoas compra com base em vídeos, recomendações ou vendo outra pessoa jogar. Ele cita Steely Dan e Bananarama como exemplos de nomes estranhos que não impediram o sucesso.
Um caso curioso é Balatro. Para Flynn, o nome funciona porque é específico, histórico e fácil de soletrar, mesmo que pouca gente saiba que significa bobo da corte em latim. Ela destaca que jogos de puzzle podem se dar ao luxo de nomes de uma palavra só, seguindo tradição de board games como Ludo, Cluedo, Catan e Boggle. O nome pegou tão bem que Balatro-likes virou termo corrente para roguelikes do gênero.

No fim, não existe fórmula exata. Carless recomenda que desenvolvedores levantem de 5 a 10 possibilidades e discutam seriamente antes de bater o martelo. O primeiro nome que vem à cabeça nem sempre é o melhor.
Visão Gamer: Para quem joga, a discussão é útil na hora de garimpar a Steam. Nomes genéricos podem esconder jogos interessantes, mas também tornam mais difícil achar algo específico em meio a milhares de resultados. Já para quem desenvolve, o recado é claro: um título memorável pode ser o primeiro passo para o jogo não se perder no catálogo.
Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/why-so-many-steam-games-have-weirdly-similar-and-forgettable-names/.
Fonte: PC Gamer.
PCGamer latest.
2026-09-29 19:08:00
RenatoAlmeida.
2026-09-29 17:01:00










































































































