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Depois de 13 anos sem um jogo novo na franquia, Castlevania voltou ao radar com o lançamento de Castlevania: Belmont’s Curse. E se você ficou perdido sem saber por onde recomeçar, uma lista com os 8 melhores títulos da série pode ser um bom ponto de partida.

No topo aparece justamente Belmont’s Curse, lançado em 15 de outubro de 2026. A análise completa do jogo está disponível para quem quiser todos os detalhes, mas o resumo é direto: é um título que respeita a história da franquia e ao mesmo tempo aponta um caminho possível para o futuro. Os visuais em 2.5D dão nova sensação de profundidade a cada área e sustentam as mecânicas Metroidvania que os jogadores curtem desde Symphony of the Night. Movimentação fluida em combate, trilha sonora marcante e um novo herói completam o pacote.

Logo abaixo vem Castlevania 3: Dracula’s Curse, de 22 de dezembro de 1989. O jogo é apontado como o melhor exemplo do que a série podia ser na era 8-bit, com múltiplos heróis com lore própria — algo que a Netflix depois explorou na animação —, estilos de gameplay distintos e caminhos divergentes em fases que exigiam bastante do NES.

Em terceiro, Castlevania: Aria of Sorrow, de 6 de maio de 2003. Mesmo com visuais inferiores aos de Harmony of Dissonance, lançado um ano antes, Aria of Sorrow entrega a experiência mais rica em termos mecânicos. O jogador controla Soma Cruz, que apaga durante o primeiro eclipse solar do século e acorda no castelo de Drácula, onde descobre que pode absorver a essência dos monstros derrotados. É uma aventura surpreendentemente complexa para o hardware portátil da época. Hoje, é mais fácil jogá-la pelo Castlevania Advance Collection, disponível para Switch, PlayStation 4, PC e Xbox One.

A quarta posição fica com Castlevania: Rondo of Blood, de 29 de outubro de 1993. O game ficou preso ao PC Engine CD por muito tempo e só chegou à América do Norte e à Europa via PSP, em 2007, na coletânea Castlevania: The Dracula X Chronicles, e depois no Virtual Console em 2010. A versão de SNES, Dracula X, tentou comprimir a essência do original para cartucho, mas perdeu as fases com ramificações, cortou personagens jogáveis e sofreu com a qualidade de som. Rondo of Blood encerra os eventos que servem de prólogo para Symphony of the Night.

Na quinta colocação, Castlevania Chronicles, lançado em 23 de julho de 1993. Originalmente desenvolvido para o Sharp X68000 como Akumajo Dracula, é um remake do primeiro jogo da série, de 1986, com visuais e som bem melhores e uma dificuldade que figura entre as mais altas da franquia. A versão digital do port para PlayStation ainda podia ser comprada na PlayStation Store de um PS3, mediante adição de fundos na carteira em hardware mais novo, segundo verificação feita neste ano.

A sexta posição é de Castlevania: Bloodlines, de 17 de março de 1994. O título do Mega Drive trouxe um herói que ataca com lança e acessa rotas alternativas que o outro personagem, armado com chicote tradicional, não alcança. O ritmo acelerado acompanha o estilo dos jogos do Genesis, e o cenário é mais moderno: a Primeira Guerra Mundial, com fases inspiradas em locais como a Torre de Pisa. A trilha é de Michiru Yamane, que depois comporia para Symphony of the Night.

Em sétimo, Super Castlevania 4, de 31 de outubro de 1991. No SNES, o chicote passou a atacar em oito direções, inclusive durante saltos, e podia ser usado para se pendurar em pontos distantes ou como escudo. O uso do Mode 7 e a profundidade de parallax deram vida aos cenários, e a aventura começa do lado de fora do castelo, com Simon explorando o exterior antes do confronto final. Está disponível no Castlevania Anniversary Collection para Switch, PlayStation 4, PC e Xbox One.

Fechando a lista, Castlevania Chronicles aparece na sexta posição e Bloodlines na sétima, enquanto o oitavo lugar fica com Super Castlevania 4 — a ordem completa do ranking, do primeiro ao último, é: Belmont’s Curse, Dracula’s Curse, Aria of Sorrow, Rondo of Blood, Chronicles, Bloodlines, Super Castlevania 4 e, na oitava colocação, o clássico do SNES que abre esta matéria.

Visão Gamer: para quem quer entrar ou voltar à franquia, a lista mistura títulos disponíveis em coletâneas modernas, como Anniversary e Advance Collection no Switch, PS4, PC e Xbox One, com jogos que exigem soluções alternativas, como o port digital de Chronicles no PS3. O retorno da série com Belmont’s Curse em 2026 também marca o fim de um jejum de 13 anos sem lançamentos inéditos.
Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/best-castlevania-games/.
Fonte: Polygon.
2026-11-07 03:52:00
RenatoAlmeida.
2026-11-07 11:59:00























































































