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The Witch’s Bakery, jogo de estreia do Sunny Lab, já está disponível para Nintendo Switch, Switch 2, PlayStation 5, Windows PC e Xbox Series X. A proposta é misturar gerenciamento de uma confeitaria mágica com exploração tranquila por uma Paris em 2D e histórias sobre sentimentos difíceis de encarar.

A protagonista é Lunne, uma bruxa do coração que se muda para Paris e abre sua loja de doces ao lado de Orio, companheiro felino rosa. De segunda a sábado, a rotina envolve preparar massas, infundir magia nelas e deixar Orio assar usando magia elemental. Atender clientes e faturar também faz parte do ciclo, com direito a indecisos e impacientes que qualquer pessoa acostumada ao atendimento reconhece.

A parte mágica entra quando clientes carregam arrependimentos que se manifestam como criaturinhas flutuantes visíveis apenas para quem tem afinidade com magia. Em vez de só entregar o pedido, Lunne mergulha no coração dessas pessoas para curar a dor antiga. Essas incursões funcionam como pequenos labirintos, com obstáculos ligados à emoção em questão, como ondas de tristeza que empurram a personagem ou chamas de raiva bloqueando o caminho.
Fora da loja, o jogo abre espaço para explorar ruas e vistas de Paris em cenários de rolagem lateral 2D. Lunne faz amizades pela cidade, incluindo uma vizinha dona de cinema e uma jovem bruxa ainda se encontrando. Dá para convidar gente para jantar, ir ao teatro ou passar a noite com um livro novo e uma sobremesa feita por outra pessoa em um café.

Um dos exemplos citados é Estelle, que aparece cedo na história com um arrependimento enorme. Lunne frequenta o escritório e a casa dela por dois motivos: Estelle é contadora, e Lunne é bem melhor com pão do que com números. O outro é ajudar a livrar Estelle desse peso, mesmo que de forma acidental. A trama leva Lunne ao Palácio do Coração de Estelle, mais imponente que os labirintos comuns, com puzzles de conectar pontos por cubos ajustáveis e trechos em que é preciso evitar um monstro chamado Torment.

A trilha sonora tem um nome de peso: a canção de abertura é de Cécile Corbel, que assinou a trilha de O Mundo Secreto de Arrietty. É o tipo de detalhe que reforça a comparação com as produções do Estúdio Ghibli, algo que o material de origem destaca como merecido, especialmente pela semelhança com O Serviço de Entregas da Kiki.
Visão Gamer: The Witch’s Bakery chega apostando em um loop relaxante de gerenciamento somado a exploração e puzzles leves. Para quem procura um jogo cozy com histórias emocionais e sem exigir reflexos rápidos, a disponibilidade imediata em todas as plataformas principais facilita a escolha, e a presença de Cécile Corbel na trilha é um diferencial para fãs de animação japonesa.
Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/the-witchs-bakery-recommendation-steam-switch-ps5-xbox/.
Fonte: Polygon.
2026-10-18 20:00:00
RenatoAlmeida.
2026-10-19 01:41:00
































































































