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A Blizzard Entertainment vai lançar World of Warcraft: Forever no dia 4 de novembro, e a proposta é clara: resgatar a essência do WoW original sem abrir mão de conteúdo novo. O jogo mantém os modelos de personagem e animações de magia clássicos, o level cap em 60 e a progressão mais lenta, aquela em que cada nível parecia uma conquista de verdade. A diferença é que sistemas centrais, itens, interface e gráficos do mundo receberam melhorias.
O pacote de novidades é grande. São mais de 1.000 quests novas, dungeons inéditas, raids para 10 e 20 jogadores, além de novas habilidades, talentos, conteúdo de profissões e reputações. A Blizzard também promete atualizações e patches regulares por anos, com novos mapas, dungeons e histórias cobrindo todos os níveis, não só o endgame.
A grande atração é Zephras Isle, área inicial em crise depois que os espíritos do ar que protegiam a região desapareceram, deixando seu povo dividido sobre os próximos passos. É lá que entra a nova raça jogável, os Skyborne, elfos que podem integrar Horda ou Aliança. A facção define as habilidades raciais: membros da Horda ganham acesso à classe Shaman, e os da Aliança, à Mage. Independentemente do lado, Skyborne podem ser Warriors, Hunters, Rogues ou Druids, com formas de druida exclusivas.
As raças já existentes também ganham combinações inéditas de classe, como Dwarf Shaman, Undead Paladin, Human Hunter, Gnome Priest, Troll Warlock e Orc Mage. Para incentivar a criação de alts, entra em cena o Legacy System, progressão compartilhada entre todas as contas. Ao completar Legacy Challenges — alcançar certos níveis em classes ou profissões, subir ranks no PvP, explorar o mapa, fechar grupos de dungeons e outras tarefas — o jogador acumula Legacy Points, que ficam disponíveis para todos os personagens.

Esses pontos são gastos em três árvores de talento: Professions, Adventure e Resourcefulness. Entre os upgrades estão aumentar a chance de achar materiais raros na coleta, recuperar vida e mana ao matar inimigos e remover a exigência de reagentes em habilidades de classe. Cada personagem pode acumular até 29 pontos, mas só gastar 16, e os upgrades são específicos por personagem — ou seja, dá para usar o sistema com um único herói, embora o pool compartilhado favoreça quem joga com vários.
No visual, o jogo ganha iluminação global, névoa volumétrica, raios de sol, água corrente com reflexos, sombras projetadas pelo terreno e mudanças de luz mais marcantes conforme o dia avança no mundo. Tudo isso preservando o estilo artístico original.
WoW: Forever não exige assinatura separada: basta a sub do jogo base ou Game Time. O lançamento é mundial no dia 4 de novembro, e a pré-venda já está disponível. Para celebrar, a Blizzard promove em Toronto, no Canadá, o evento Escape Together, com streamers e cosplayers de Horda e Aliança em desafios e um escape room inspirado no Scarlet Monastery, com transmissão em 23 de outubro às 10h PDT no canal oficial da Warcraft na Twitch.
Visão Gamer: A Blizzard trata Forever como um terceiro pilar da franquia, ao lado das versões Modern e Classic. Para quem curte a progressão lenta do WoW raiz, mas queria mais conteúdo e sistemas atualizados, a proposta é justamente essa mistura — e o Legacy System pode tornar a vida de quem gosta de manter vários alts bem mais interessante.
Leia mais aqui em inglês: https://www.ign.com/articles/world-of-warcraft-forever-breathes-new-life-into-an-iconic-classic.
Fonte: IGN.
IGN Articles.
2026-10-22 17:00:00
RenatoAlmeida.
2026-10-24 12:51:00
































































































