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PCGamer latest.
He said this

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Jensen Huang
CEO, Nvidia
It’s kind of like, in order to save you, they’ve got to hurt you first — that’s the nature of surgery. They’ve got to cut you open to save you. They’ve got to inflict an enormous amount of pain and suffering on you so that they can save you. And so I think AI’s kind of like that.
Over the next several years we have to unfortunately use fossil fuels, because we just don’t have enough sustainable energy to make a difference. And then after that, hopefully, we can transition to that. — 9/23/2026, via The New York Times
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Evan Hubinger
Alignment science lead, Anthropic
We really do earnestly believe AI could kill all humans! I personally think it is >10% within the next decade. I believe Anthropic is trying its best, but we do not yet have a plan to solve alignment for superintelligence and are not clearly on track to. — 9/8/2026, via X, the Everything App
Buzzword alert: Recursive self-improvement
What the heck does that mean? AI systems being advanced enough to develop new, improved iterations of the technology alongside or in place of humans.
When did they really start using it? June 2026
The catalyst: As AI companies begin to distance themselves from the previous goal post of achieving artificial general intelligence, this has become the new promised land. Anthropic’s post When AI builds itself kicked it into high gear:
For most of AI’s history, humans drove every step in its development cycle. But at Anthropic, we are delegating a growing share of AI development to AI systems themselves, which is speeding up our work.
Taken far enough, and given enough compute, that trend points to an AI system capable of fully autonomously designing and developing its own successor. This is called recursive self-improvement. We are not there yet, and recursive self-improvement is not inevitable. But it could come sooner than most institutions are prepared for.
Buzzword alert: Recursive self-improvement
What the heck does that mean? AI systems being advanced enough to develop new, improved iterations of the technology alongside or in place of humans.
When did they really start using it? June 2026
The catalyst: As AI companies begin to distance themselves from the previous goal post of achieving artificial general intelligence, this has become the new promised land. Anthropic’s post When AI builds itself kicked it into high gear:
For most of AI’s history, humans drove every step in its development cycle. But at Anthropic, we are delegating a growing share of AI development to AI systems themselves, which is speeding up our work.
Taken far enough, and given enough compute, that trend points to an AI system capable of fully autonomously designing and developing its own successor. This is called recursive self-improvement. We are not there yet, and recursive self-improvement is not inevitable. But it could come sooner than most institutions are prepared for.
Um termo tem aparecido com força nas discussões sobre inteligência artificial: Pace the Frontier. A expressão ganhou tração em julho de 2026, quando 1.386 funcionários de empresas de IA de ponta assinaram uma declaração pública pedindo que o governo dos Estados Unidos apoie um esforço internacional para desenvolver ferramentas técnicas e de governança capazes de deliberadamente desacelerar a fronteira do desenvolvimento automatizado de IA.
Na prática, o grupo defende diminuir o ritmo da corrida tecnológica, com o argumento de que o avanço da IA estaria acontecendo em uma velocidade perigosa. A declaração, intitulada justamente Pacing the Frontier, foi assinada por funcionários de empresas que trabalham na chamada fronteira da IA — ou seja, as companhias que desenvolvem os modelos mais avançados do setor.
O pedido não é uma proposta de pausa total, mas de criar mecanismos de controle e governança para que a evolução da IA aconteça de forma deliberada e coordenada, e não apenas na velocidade que a competição entre empresas impõe. O texto menciona especificamente a necessidade de ferramentas técnicas e de governança para essa tarefa.
A discussão ganhou repercussão porque parte justamente de quem está dentro das empresas que lideram o desenvolvimento de IA. Não se trata de um anúncio oficial de nenhuma companhia nem de uma mudança regulatória já em vigor: é uma declaração assinada por funcionários, pedindo apoio do governo americano a um esforço internacional.
O termo Pace the Frontier entrou para o vocabulário do setor em 2026 e virou uma das expressões mais repetidas quando o assunto é o ritmo da IA. A declaração não detalha prazos nem metas específicas de desaceleração, e também não indica quais ferramentas seriam usadas para colocar essa ideia em prática.
Visão Gamer: Para quem acompanha games, a discussão importa porque boa parte das tecnologias que chegam aos jogos — de NPCs com comportamento mais complexo a ferramentas de criação procedural — nasce justamente nas empresas citadas na declaração. Se o ritmo de desenvolvimento da fronteira da IA mudar, o impacto pode aparecer, mais cedo ou mais tarde, na forma como esses recursos são incorporados aos jogos. Por enquanto, é apenas um pedido assinado por funcionários, sem efeito prático confirmado.
Leia mais aqui em inglês: https://www.pcgamer.com/games/live/news/what-are-the-ai-guys-saying-now/.
Fonte: PC Gamer.
PCGamer latest.
2026-09-26 00:12:00
RenatoAlmeida.
2026-09-25 22:01:00











































































































