Notícias – JogosGratisFun.

Zelda 2: The Adventure of Link é aquele título que quase ninguém cita quando o assunto é a franquia da Nintendo. Lançado em 1º de dezembro de 1988, o jogo virou a ovelha negra da série, muitas vezes colocado em um patamar só um pouco acima dos desastrosos jogos da Philips CD-i. Mesmo assim, ele segue sendo uma obsessão de fim de semana perfeita, especialmente com a chegada de The Legend of Zelda: Ocarina of Time ao Switch 2 marcada para 5 de novembro.

Na época do lançamento, as lojas chegavam a pedir desculpas aos consumidores por não terem mais cópias para vender. A demanda só se acalmou no ano seguinte. Diferente do primeiro Zelda, o jogo aposta em uma estrutura mais linear, mas ainda incentiva a exploração. Link precisa reunir as três peças da Triforce para acordar a Princesa Zelda, que dorme no Palácio do Norte, e ainda enfrentar os capangas de Ganon, que querem reviver o líder usando o sangue do herói.

Para chegar ao Grande Palácio, Link precisa derrotar guardiões em seis ruínas de palácios espalhadas por uma Hyrule bem maior que a do primeiro jogo. Muitas dessas ruínas ficam em regiões perigosas que exigem novas habilidades ou itens. Quem for encarar o jogo em um fim de semana tem pausas naturais: depois de limpar o segundo palácio e pegar o martelo nas cavernas perto da Montanha da Morte, ou após o quarto e o quinto palácios. No terceiro dia, dá para seguir ao sul a partir do demônio do rio em busca do último palácio comum antes de encarar o Grande Palácio.
Zelda 2 também traz puzzles crípticos, como encontrar Bagu, um recluso que entrega uma carta importante, ou descobrir como chegar à ilha do terceiro palácio. Há ainda uma cidade escondida perto do fim da aventura. Os personagens dão pistas, mas na época muita gente recorria a amigos ou aos conselheiros de jogos por telefone. Hoje, a internet resolve isso.

O jogo introduz elementos de RPG à franquia pela primeira vez. Link aprende feitiços com eremitas em cada vila, e os inimigos derrotados rendem pontos de experiência para melhorar ataque, reserva mágica e vida. O mapa também tem encontros semirrandômicos que disparam batalhas rápidas contra grupos de inimigos, o que incentiva o grind quando a ida ao palácio local é arriscada.

Se você decidir dar um fim de semana para Zelda 2, saiba que não é um clone do primeiro título, mas uma experiência única, com ligações curiosas com a lore dos sábios que uma localização antiga conectou a Ocarina of Time.
Visão Gamer: Para quem quer entender a evolução da série antes de Ocarina of Time chegar ao Switch 2, Zelda 2 é uma peça importante. O jogo mistura ação lateral, progressão por experiência e um mapa maior que o do original, o que pode agradar quem curte explorar sem pressa e encarar um desafio mais imprevisível.
Leia mais aqui em inglês: https://www.polygon.com/best-retro-80s-games-nintendo/.
Fonte: Polygon.
2026-09-11 21:00:00
RenatoAlmeida.
2026-09-12 02:41:00











































































































