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Project Zeta é o novo projeto da Nirvanana Studio, publicado pela Krafton, e chega com uma proposta que mistura gêneros live-service em algo que o próprio CEO da desenvolvedora, Namseok Kim, chama de MOBA espresso. A ideia é simples de entender: times de três jogadores, quatro equipes por partida, e uma corrida por objetivos que dura cerca de 20 minutos. Quem quiser saber mais vai poder testar no PC via Steam e no PlayStation 5, plataformas já confirmadas.
A estrutura de cada sessão é dividida em sete fases. Na primeira, os jogadores enfrentam monstros comuns para subir de nível, num aquecimento que serve para montar estratégia. Depois disso, o foco vira caçar prisms, que dropam de prism bosses. Pegue um e leve até um dos ballasts no centro do mapa para pontuar. O primeiro time a somar cinco pontos vence e sai na frente.
Diferente dos MOBAs tradicionais, Project Zeta não tem lanes. Segundo Namseok Kim, a ideia é remover o lane-ing e apostar em uma experiência comprimida, densa e cheia de teamfights. Como fãs do gênero MOBA, acreditamos que a diversão vem de jogar de forma inteligente e vencer as teamfights, disse ele durante a gamescom 2026. Queremos que você tenha uma fonte infinita desse tipo de experiência nos 20 minutos comprimidos de uma sessão.
Outra mudança importante é a ausência de mira na tela. Não existe crosshair central como em hero shooters ou MOBAs 3D. Isso significa que ataques básicos sempre acertam. O sucesso vem de entender as habilidades de cada herói, fazer mind games e se posicionar bem. O combate vira uma dança entre desviar e acertar.

Para incentivar a agressividade, times eliminados voltam na hora com cooldowns e HP restaurados. Não há limite de vidas, e o time-to-kill é curto. A proposta é que os jogadores não tenham medo de entrar na briga. Queríamos que as sessões parecessem uma corrida de Fórmula 1, explicou Kim. Todo mundo está correndo em direção a esses objetivos. É isso que Project Zeta é.
O placar fica no canto superior esquerdo e muda conforme os times entregam prisms, como numa corrida. A inspiração para o formato veio de um problema pessoal: a filha de Kim achava League of Legends demorado e complicado demais. Tem muita coisa para aprender, muita coisa para memorizar, contou. Joguei League of Legends com ela 10 vezes e ela não gostou em nenhuma. Fiz Project Zeta para ajudá-la a se aproximar dos MOBAs.
O jogo foi construído do zero para ser jogável no controle, com o objetivo de colocar jogadores de PC e console em pé de igualdade. Também há um sistema de auto-itemização: fora da sessão, você define suas habilidades com foco em agressão, suporte ou defesa, e o jogo compra automaticamente o necessário quando a partida começa.
Nada de tanques puros ou healers puros. Kim explica que esses personagens aumentam drasticamente o time-to-kill e tornam o terceiro time mais vantajoso em confrontos de múltiplas equipes. Para garantir a proatividade de vários times, precisamos de um time-to-kill curto. É por isso que não temos tanques ou healers puros.
Visão Gamer: A aposta da Nirvanana é clara: reduzir a barreira de entrada dos MOBAs com partidas curtas, controle suportado e menos complexidade. Para quem acha League of Legends ou Dota 2 demorados ou intimidadoras, Project Zeta se apresenta como uma alternativa mais direta. Resta saber se a comunidade vai trocar seus MOBAs de longa data por uma experiência tão comprimida.
Leia mais aqui em inglês: https://www.ign.com/articles/the-developers-of-upcoming-espresso-moba-project-zeta-want-it-to-feel-like-a-formula-1-race.
Fonte: IGN.
IGN Articles.
2026-09-10 11:02:00
RenatoAlmeida.
2026-09-10 08:49:00











































































































