Há 38 anos, o Studio Ghibli lançou um Barbenheimer com dois clássicos de anime
Polygon.com. Recursos duplos são uma coisa linda. Há mais do que assistir a dois filmes consecutivos. Alguns são unificados por tema – tente emparelhar Solstício de verão (2019) e O homem de vime (1973), que aborda o terror folclórico com foco no culto. Outros podem ter um ator prolífico como elo de ligação – combinar Aquecer e Cassino para uma dose dupla de Robert De Niro no seu auge. Talvez o uso comercialmente mais lucrativo do recurso duplo na história recente tenha sido Barbie e Oppenheimerque se complementam evocando contrastes. Dito isto o recurso duplo mais incomum e devastador pode ser encontrado em dois filmes do Studio Ghibli que foram lançados juntos em 16 de abril de 1988: o comovente filme anti-guerra de Isao Takahata…













































































































